O resultado da ação foi o forte odor que surgiu nas redondezas do
Instituto, que pode ser facilmente identificado por quem trafegava na
região. O órgão explicou, em nota encaminhada à imprensa, que a empresa
responsável pela manutenção da câmara fria havia sido acionada na quarta
para fazer uma manutenção. Entretanto, durante os reparos, houve um
curto-circuito que culminou no problema final.
Também na nota, o ITEP disse que a situação já foi normalizada e os
corpos voltaram para a câmara fria. Quanto ao meu cheiro, disse ser
natural pelos estados dos corpos, mas garantiu que o tratamento dado aos
cadáveres é o adequado até que sejam liberados aos familiares para o
sepultamento.


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