A Polícia Civil de Sergipe concluiu nesta terça-feira (8), o
inquérito policial que investigava a morte do ator Domingos Montagner em
Canindé do São Francisco (SE), no último mês de setembro.
Segundo o delegado de Canindé, Antônio Francisco de Oliveira
Filho, em entrevista dada ao “Jornal
Nacional”, da Globo, o ator morreu mesmo por afogamento. A morte foi
considerada um fato atípico e classificada como acidente, não tendo ninguém
diretamente indiciado.
O que a Polícia Civil de Sergipe fará é enviar o inquérito
para o Ministério Público Federal para que se tenha indiciamento de crimes de
responsabilidades, principalmente da prefeitura da cidade, já que o local onde
Domingos faleceu - conhecida como Prainha - era perigoso e não tinha qualquer
sinalização neste sentido.
Em setembro, a prefeitura declarou que não tinha instalado os
avisos porque a obra foi interditada pelo Ministério Público, que afirmou que o
embargo não eximia a responsabilidade do município na morte do ator.
Domingos Montagner tinha 54 anos e começou a carreira
artística no circo, em 1980. Em 1990, ingressou no teatro como palhaço.
"Cordel Encantado" (2011), da Globo, foi sua primeira novela. Na
televisão fez participações nos seradiso "Força
Tarefa", "A Cura"
e "Divã", onde interpretou
Carlos, o amante da protagonista Mercedes, vivida pela atriz Lília Cabral.
Em 2012, foi o presidente Paulo Ventura na minissérie "O Brado Retumbante". No
mesmo ano, fez em "Salve
Jorge" o guia turístico Zyah, que se apaixona por Bianca, personagem
de Cléo Pires.
Em 2013, viveu o ativista Mundo em "Joia Rara". Em 2014, foi o protagonista de "Sete Vidas", no papel de
Miguel, um homem que descobre ter sete filhos, após ser doador de esperma.
Em março deste ano, começou mais um protagonista: era o Santo
na novela "Velho Chico",
sendo par romântico de Camila Pitanga. Na novela, uma triste coincidência: ele
se afogava no Rio, mas voltava à vida.
Fonte: Natelinha



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