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Projetos não saíram do papel

 
Quase dois meses após a oitava publicação do decreto de calamidade da seca no Rio Grande do Norte, em 30 de março, os projetos voltados para a convivência da agropecuária com a estiagem em 2015 ainda não têm data para serem iniciados. Um deles prevê a distribuição de forragem para o gado, e depende de aval do Ministério da Integração. 

Com a não concretização das chuvas esperadas para abril, produtores aguardam uma frustração de até 90% da safra, dependendo da cultura. No ano passado, devido à estiagem, a agropecuária potiguar deixou de produzir R$ 3,8 bilhões – 48% da contribuição anual do setor para o Produto Interno Bruto (PIB) do Estado.

“Um programa que estamos pleiteando é a suplementação forrageira, que conseguimos no ano passado pelo Ministério da Integração”, explica o coordenador de assessoria técnica da Secretaria Estadual de Agropecuária, Eribaldo Cabral. No ano passado, com as publicações do decreto de calamidade, o Ministério da Integração destinou R$ 8 milhões em recursos para aquisição de torta de algodão e forragem. 

“Isso dá para minimizar os períodos da estiagem de maio até o início do período de chuvas. A secretaria tem recursos para manutenção e de contrapartida para esses programas, mas não para bancar isso”, acrescenta Cabral. De acordo com coordenador da Sape, os projetos já foram encaminhados e aguardam aprovação.

A estiagem prolongada dos últimos quatro anos também ceifou o número de ocupações no setor agropecuário. De acordo com a última Pesquisa Nacional de Amostra de Domicílios Contínua (Pnad), o número de pessoas ocupadas no setor caiu em 26,5% entre 2011 e 2015. Na semana passada, a Empresa de Pesquisa Agropecuária (Emparn) divulgou que as chuvas em abril alcançaram menos de 50% do esperado.

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