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“Heleno de Gelon” condenado pela morte de Elizete Moura em Ipanguaçu sofre tentativa de homicídio em Mossoró

No final da tarde de ontem, 07 de dezembro, Francisco Heleno Felipe de 42 anos de idade, foi vitima de uma tentativa de homicídio no bairro Santo Antônio, em Mossoró no Oeste do Rio Grande do Norte.
Segundo informações, ele estava na calçada de uma residência, na Rua Francisco Ferreira Lopes, próximo ao Motel Love Time, quando foi surpreendido e baleado por dois elementos que estavam numa motocicleta.
Francisco Heleno conseguiu correr e se proteger dentro de sua casa, de onde foi socorrido por profissionais do Samu para o Hospital Tarcísio Maia. Segundo o responsável pela equipe do Samu que prestou os primeiros socorros, seu estado de saúde é considerado grave.
Heleno de Gelon, como é conhecida a vitima, foi condenado pela morte de uma criança num ritual de magia negra na cidade de Ipanguaçu, no dia 10 de novembro de 1996. De acordo com a denúncia do Ministério Público, o crime ocorreu por volta das 19 horas, na localidade denominada Sítio Arapuá em Ipanguaçu.
Segundo consta na denuncia do Ministério Publico, Heleno de Gelon, foi o responsável pelo sequestro da criança. Ele teria recebido 10 reais pelo serviço. Elizete Moura Lemos, na época com 10 anos de idade, foi morta por afogamento e posterior mutilação do corpo com o uso de objetos perfuro cortantes.
O crime, que segundo informações foi durante um ritual de magia negra, causou revolta, grandes mobilizações populares e repercussão nacional.

O CRIME
Conta nos autos que os acusados, no dia do crime, estavam em um bar, no Sítio Arapuá, e, ao entardecer, Francisco Viridiano mandou que Francisco Heleno Felipe sequestrasse uma menina por R$ 10,00 e levasse até ele. De posse da criança, os denunciados foram, em dois carros, até o Rio Pataxó: Wollas Cristian, Carlúzia, Luzialba, Jofre Pinto e Kátia Cristina Fernandes. Ao chegar no local, todos desceram do carro e caminharam uns 350m a pé, com exceção de Jofre e Kátia, que permaneceram no veículo para dar cobertura aos demais. Ao chegar próximo a uma ponte, Luzialba acendeu um cachimbo e passou a fumá-lo, produzindo inúmeras queimaduras no corpo da menina juntamente com Francisco Viridiano, pronunciando palavras desconexas.
Em seguida, Francisco Viridiano Fernandes da Costa, levou a criança para dentro do rio e passou a afogá-la, o que foi presenciado pelos demais denunciados. Após o afogamento, a vítima foi retirada do rio, levando-a ao local onde se encontravam Luzialba e Carlúzia, passando Francisco Viridiano a despir a criança e beijar o seu corpo e a acusada Luzialba, de joelhos, a raspar o couro cabeludo da vítima. Após isso, Francisco Viridiano esquartejou o corpo da criança e, após o trágico ritual, o abandonou dentro do rio.
A prisão preventiva dos réus foi decretada em 18 de dezembro de 1997 e a denúncia foi recebida em 28 de janeiro de 1998.

Fonte: O Câmera
 
 

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