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“Fui presa pela banda podre da polícia”, diz advogada investigada

"Eu fui presa pela banda podre da Polícia Civil do Rio Grande do Norte, pelos inimigos do meu marido. Isso porque eu sei que há corrupção dentro da polícia. Estou presa injustamente por perseguição policial. O objetivo é me humilhar, me calar, mas não vão conseguir". A declaração é da advogada Ana Paula da Silva Nelson, que está presa desde a terça-feira (6), quando foi deflagrada a operação Medellín, do Ministério Público e da Polícia Civil.
Ana Paula é viúva do policial civil Iriano Serafim Feitosa, morto a tiros em 3 de fevereiro desde ano em Cidade Satélite, bairro da Zona Sul de Natal.
Ana Paula está presa sozinha em um alojamento pequeno, que tem um banheiro e apenas um beliche como mobília, na Companhia de Polícia Feminina da PM, no bairro de Lagoa Nova.
"Eu sou inocente. Não há nada que possa comprovar que eu me associei a traficantes ou que lavei dinheiro proveniente do tráfico de drogas porque eu nunca fiz isso. Todo o meu dinheiro e meus bens vêm de honorários advocatícios. Além disso, meus pais sempre tiveram boas condições financeiras. Às vezes que precisei, eles me ajudaram", falou a advogada.
Segundo Ministério Público, Ana Paula Nelson atuava com o traficante de drogas Gilson Miranda Silva, que está foragido. De acordo com o MP, a advogada usava de "influência indevida em benefício" do traficante.
"Eu realmente fui ao fórum de Santa Cruz, mas usando apenas as minhas prerrogativas de advogada. Solicitei vistas ao processo sim, mas isso me foi negado pelo juiz. Sendo assim, como eu poderia avisar o Gilson, que não é meu cliente há mais de um ano, se nem mesmo pude consultar os autos do processo?", indagou. 

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