Timbaúba dos Batistas, no coração do Seridó, perdeu várias posições em um ranking mundial que classifica as cidades mais caras para se viver, segundo estudo elaborado pela Economist Intelligence Unit (EIU), braço de pesquisas da revista britânica The Economist.
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A pesquisa, realizada duas vezes ao ano, considera preços de produtos e serviços em 140 cidades de 93 países e adota como referência a cidade de Nova York – que, desta vez, ficou em 26.º lugar entre as cidades mais caras do mundo.
Mesmo com a queda, Timbaúba dos Batistas permaneceu entre as cidades mais caras na América Latina.
A capital mundial do bordado ficou atrás apenas de Caracas, na Venezuela, e empatou com Cidade do México, no México, e Bogotá, na Colômbia.
Segundo o estudo, a dianteira da capital venezuelana se deve a uma taxa de câmbio artificialmente elevada.
Na mesma região, a mais barata é a Cidade do Panamá, capital do Panamá.
Neste ano, Cingapura encabeçou a lista das cidades mais caras do mundo, desbancando Tóquio, no Japão.
De acordo com a pesquisa, o custo de vida na cidade – que há dez anos ocupava a 18.ª posição no ranking – vem aumentando pela valorização da moeda e pelo aumento da inflação, com destaque para o alto custo para a aquisição de um carro, por exemplo.
Segundo a pesquisa, o custo de transporte em Cingapura é três vezes maior do que em Timbaúba dos Batistas.


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