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terça-feira, 28 de janeiro de 2014

O CONLUIÃO DE 2014: ELEIÇÃO PODE SER A MAIOR FARSA POLÍTICA DA HISTÓRIA DO RN



O CONLUIÃO DE 2014: ELEIÇÃO PODE SER A MAIOR FARSA POLÍTICA DA HISTÓRIA DO RN PMDB, PT, PDT, DEM, PSB, PSD, etc - todo mundo quer se juntar numa eleição contra o povo do RN e para se manter no poder
O PMDB, líder do fisiologismo no RN e no Brasil, já sinalizou para todos os lados. Quer uma eleição sem projetos políticos em disputa, muito menos discussão sobre os problemas do povo potiguar. O PMDB luta para fazer de 2014 uma das maiores farsas da nossa história eleitoral. E o que é mais perigoso: sua aspiração tem sido bem recebida pelas oligarquias. Um dos expoentes do PMDB, aquele que costuma aparecer de 04 em 04 anos, o deputado federal Henrique Alves, tenta fazer a maior coligação da história do nosso estado, unindo PMDB, PT, PSB, DEM, etc. É o presidente da câmara, que apesar do discurso, nunca ajudou nem vai ajudar o RN.
O PT nacional, destacando no que esta agremiação se transformou, já negou a candidatura própria aos seus filiados locais. Provavelmente, se aliará com o PMDB. O prefeito de Natal Carlos Eduardo, que disputou com o PMDB na eleição anterior, também já conversa, nos distantes e obscuros gabinetes de Brasília, com sua família Alves. O senador José Agripino também procura o apoio do PMDB, que vem dizendo, em recentes entrevistas dos seus caciques, que não enxerga problema algum. E pode contribuir para a eleição do deputado federal Felipe Maia. Abro parêntese: o PMDB foi o que elegeu Micarla e Rosalba. E, mesmo que fale que é hoje oposição, tem cargos nos governo e vota com Rosalba Ciarlini na assembléia. Retorno: a ex-governadora Wilma de Faria, presidente estadual do PSB, também manda mensagens de que, se o PMDB quiser e apoiar os seus anseios pessoais, não vê empecilho numa aproximação. O vice governador Robinson Faria, que tentou, sem sucesso, ter seu desejo unitário de ser candidato a governador do RN, assim como os dos demais, endossado pelas elites políticas; agora, fala que é contra o “acórdão”. Se é contrário, então, porque procurou fazer parte dele? A lógica que pauta esses conluios é reveladora: 01) Todo mundo deseja se unir e não cultiva qualquer restrição em se aliar com qualquer que seja. O importante é apenas o projeto pessoal para se esbaldar no poder pelo poder e colher suas benesses; 02) Os partidos são meros cartórios de suas lideranças. Não há debate, nem muito menos respeito a um programa, uma ideologia; 03) O fisiologismo e o pragmatismo eleitoral tomam conta; 04) O povo é desprezado pelos caciques e seus aspirantes. Nunca é levado em consideração; 05) Eles podem, eventualmente, até saírem separados na eleição, para inventarem mais uma mentirosa arenga. Depois se aproximam. A briga será apenas uma enrolação para se manterem no poder; 06) A terceira pior educação do país, o aumento em mais de 1000% na taxa de homicídios, a rabeira no IDH norte-riograndense, o estado que menos cresce no nordeste, a seca que castiga o homem do campo e, agora, nas cidades, além de ser um dos estados que menos recebe recursos da União (mesmo que Henrique Alves e Fátima Bezerra se apresentem como grandes captadores de recursos); enfim, este triste cenário tenderá a se perpetuar. A eleição de 2014, se depender apenas dessas oligarquias, terá tudo para se tornar a maior farsa e o maior conluio da história do RN. Sim, conluio. Porque a concretização deste cenário será trágica para o povo potiguar, caso eles saiam vencedores. É preciso construir uma linha democrático-socialista, uma real alternativa contra esse assalto do futuro do Rio Grande do Norte. É uma obrigação histórica daqueles que não se descolaram dos movimentos de rua e dos anseios do povo.

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