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Governador culpa auxiliares por desacertos do seu governo



A troca de auxiliares diretos na gestão do governador Robinson Faria, do Rio Grande do Norte, tem sido uma constante. O número de secretários e diretores de autarquias e fundações que saem de suas pastas e órgãos só é menor que o número de presos que saem em fuga das unidades prisionais do Estado.
E, sempre que vai anunciar a mudança nessa ou naquela secretaria ou órgão da Administração Estadual Indireta, Robinson Faria costuma se mostrar zangado com o desempenho do auxiliar que está indo embora.
Recentemente, quando foi anunciar a troca na titularidade das Secretarias de Saúde e Educação, por exemplo, Robinson fez cara de irritado com o "baixo desempenho" nas pastas. Mostrou-se descontente com o desempenho dos seus auxiliares nessas áreas.
Com isso, Robinson quer transferir uma responsabilidade maior, que é sua, para seus auxiliares, que, como diz o nome, não passam disso, pois são apenas auxiliares, Quem dá a primeira palavra e a palavra final, quem ordena a despesa, quem deve pensar as metas e ações políticas, quem tem que ter pulso nas decisões, é o governador.
Não adianta Robinson querer passar para a opinião pública a ideia de que seu governo não vem dando certo por culpa dos auxiliares. O maior responsável pelo baixíssimo desempenho da gestão de Robinson é o próprio governador.
Se fosse para anunciar algum acerto, ele, Robinson, certamente iria querer para si os louros da ação administrativa exitosa. Esquece que, em política, o gestor público recebe o bônus do sucesso da administração mas também deve ficar com o ônus.
Na atual situação do Rio Grande do Norte, que rima com Rio Grande Sem Sorte, nenhum auxiliar, por mais especialista que seja na pasta de que cuida, conseguirá desenvolver um trabalho de excelência. E não o fará não por culpa sua, ou não por culpa maior sua, mas por absoluta falta de vontade política e de capacidade administrativa do excelentíssimo senhor governador.
De repente se viu que o "novo" não é tão novo, e que as práticas administrativas de agora são as mesmas de desde sempre de governos anteriores.
Fonte: O Messiense.

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